A Águas do Tejo Atlântico reafirma a sua ambição de se tornar a empresa de saneamento com menor pegada carbónica em Portugal, conforme destacado por Nuno Brôco, Presidente do Conselho de Administração e da Comissão Executiva, em entrevista à Ambiente Magazine.
No balanço da Estratégia 2023–2025, a empresa evidencia um percurso de transformação assente na inovação, eficiência e resiliência, num contexto marcado por crescentes desafios climáticos.
Entre os principais resultados alcançados, destacam-se:
uma taxa de execução de 69% das ações estratégicas definidas;
o reforço da autonomia energética com recurso a fontes renováveis;
a produção de cerca de 3 milhões de m³ de água reutilizada em 2025;
a aceleração da digitalização e da monitorização dos sistemas.
A reutilização de água surge como um dos vetores estratégicos, promovendo soluções sustentáveis para usos urbanos, industriais e agrícolas, e contribuindo para a redução da pressão sobre os recursos hídricos naturais.
A empresa tem também vindo a investir em projetos estruturantes para aumentar a resiliência do sistema, incluindo intervenções em infraestruturas, gestão de ativos e adaptação às alterações climáticas.
Num setor cada vez mais desafiante, a Águas do Tejo Atlântico reforça o seu compromisso com a sustentabilidade, a inovação e a criação de valor para a sociedade.
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